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| Controlar sua gráfica é a arma do negócio! / Thomaz Caspary
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Lembro-me de que em Março, citei em meu artigo, Albert Einstein, de cuja filosofia sou um grande adepto. Entre outras geniais "tiradas", ele comentou certa vez: "Para mim, os homens caminham pela face da terra em fila indiana. Cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás. Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás, guardamos os nossos defeitos. Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito. |
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| O preço do seu impresso está correto? / Thomaz Caspary |
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O gênio Albert Einstein que viveu no século passado tinha uma filosofia. O que ele disse na época, me pareceu muito adequado ao tema que nos propomos a desenvolver. Ele disse uma vez: “A vida é como jogar uma bola na parede. Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde. Se for jogada fraca, ela voltará fraca. Se a bola for jogada com força, ela voltará com força. – Por isso, nunca “jogue uma bola na vida”, de forma que não esteja pronto para recebê-la. A vida não dá nem empresta não se comove nem se apieda. Tudo o que ela faz é: retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos”. Isso pode ser válido também no que diz respeito ao nosso atendimento aos clientes, porém gostaria de falar hoje de custos e preços de venda. |
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| Mandamentos da boa gestão – duas parábolas / Thomaz Caspary |
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Dou início a este artigo de Dezembro, com duas parábolas, cujos autores eu desconheço, porém onde as histórias se encaixam um pouco no conjunto de atitudes que temos que repensar, para executarmos uma boa gestão nas nossas gráficas. |
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| O Gráfico Estressado! / Thomaz Caspary |
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Não me canso de ouvir dos colegas, que estão estressados, que não saem de suas gráficas antes das 8 da noite e muitos ainda levam serviço para casa. Funcionários se queixam que estão sobrecarregados de trabalho e que acabam por não ter tempo de cumprir com as tarefas para as quais foram designados.Uma das origens do mau desempenho no trabalho é a inabilidade psicológica para aceitar e conviver com uma mudança, ou seja, uma nova postura de trabalho, separando o que seja importante do que é urgente. Outro fator, que atrapalha constantemente nossas tarefas, são as interrupções telefônicas ou pessoais, que nada tem a ver com nossa função. |
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| De olho no lucro da sua gráfica / Thomaz Caspary |
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Tenho visto uma série de gráficos se queixarem de que não conseguem ter a lucratividade desejada, principalmente nos dias atuais onde a famosa ”crise” está abalando o mercado. Será mesmo que esta crise não está só na cabeça do gráfico? Será que ele não consegue enxergar o que tem de errado em sua empresa e com isso, fica “correndo atrás do próprio rabo?” Muitos empresários gráficos entraram no ramo por necessidade, ou por que herdaram a empresa, ou ainda por não saberem o que fazer e um dos familiares os convidaram para se associar. Outros ainda acharam “bonito” ter uma gráfica, sem ao menos pensar, se tem aptidão para o negócio. Fernando (vamos chamá-lo assim) perdeu repentinamente o pai num acidente e partir dessa tragédia... |
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| A Gráfica Familiar / Thomaz Caspary |
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Todos sabemos, que mais de 95% das perto de 19 mil gráficas brasileiras são gráficas familiares, das quais, muitas foram herdadas, outras constituídas através de profissionais que saíram de empresas maiores e com seu fundo de garantia ou em sociedade com familiares, amigos ou colegas de trabalho da mesma empresa, montaram a nova gráfica. Sabemos também, que geralmente o nosso sócio mais próximo, está na família, seja ele irmão ou cunhado, ou mesmo a esposa ou o filho. É na família que se encontram em antagonismo, os maiores problemas que o gráfico pode enfrentar e também, as maiores soluções e proteções que o novo gráfico pensa poder conseguir. |
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| Sua gráfica a caminho do sucesso! / Thomaz Caspary |
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Enquanto todo mundo ainda fala de crise, gostaria hoje de encorajar o amigo gráfico a trilhar o caminho do sucesso. Lendo as notícias econômicas nas principais mídias especializadas, podemos concluir (embora eu não confie mais em estatísticas publicadas nos jornais), que se espera um crescimento do PIB brasileiro para este ano de no máximo 1% e de 4% para o próximo ano (ano de eleições presidenciais). O Dólar deverá oscilar nos próximos 12 meses sempre algo em torno dos R$ 2,00, sendo que embora pequeno, as vendas no comércio interno terão um crescimento real. Com a oferta de dinheiro, acreditamos que dentro de alguns meses teremos uma melhora no mercado de crédito. A economia brasileira já mostra tendências de melhora e com isso, nós gráficos, podemos vislumbrar um cenário mais favorável. |
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| Gráfica Digital, E-Book e o futuro digital / Thomaz Caspary |
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A produção digital em várias áreas vem avançando a passos largos. A impressão digital continua aumentando sua participação de mercado na indústria gráfica a uma taxa de crescimento bastante acelerada, criando novas aplicações e conquistando receitas que antes eram oriundas de outras tecnologias principalmente offset. Hoje esta tecnologia já está bastante difundida, na produção de livros, revistas, impressos promocionais de baixa tiragem, bem como na área de dados variáveis, também em embalagens como cartuchos, rótulos auto-adesivos, e outros produtos impressos. Cada vez mais, as gráficas tradicionais que militam nestes setores agregam às suas máquinas tradicionais, equipamento digital. |
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Sala do Empresário - 17/12/08 - Se antes era possível abrir um negócio sem ao menos saber ler e escrever e ser bem sucedido financeiramente, a complexidade do mercado de hoje requer não apenas o conhecimento específico para administrar uma empresa como também exige que qualquer empreendedor vença a barreira da preguiça mental e busque um aprendizado contínuo e capaz de garantir uma visão amplificada do mundo em que está inserido, muito além da tecnologia que se perde com o tempo. Para saber compreender relatórios, artigos sobre economia e os índices que ajudam a nortear a tomada de decisões estratégicas, possibilitando a ação eficaz em momentos de crise, é preciso ter consciência da importância não só da informação e da comunicação no universo corporativo como também da necessidade de interpretá-la da maneira mais correta possível. |
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Certamente muitos de vocês vão se perguntar o que significa o “desenho” ao lado, que na verdade é um ideograma chinês que pode significar “crise” ou “oportunidade”. Gostaria, no entanto, comentar em primeiro lugar o conteúdo de um e-mail que recebi esta semana e que me preocupa bastante, em relação ao que acontece neste planeta e, especificamente no Brasil. Diz este e-mail: “2009 SERÁ UM ANO MUITO CANSATIVO” e continua assim. |
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| Quero montar uma gráfica... / Thomaz Caspary
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Temos recebido constantemente e-mails nos perguntando como montar uma gráfica ou, que máquinas devo comprar para montar uma gráfica. Estas perguntas vêm das mais incríveis regiões do Brasil, como por exemplo, Chapadão do Céu em Goiás, cidade com perto de 4.800 habitantes. Recebemos também e-mails de pequenas cidades de quase todos os estados do Brasil como Congonhal (MG), Miranda (MS), Itamarajú (BA) e dezenas de outras cidades, inclusive de Portugal, onde recebemos um e-mail nos solicitando o seguinte: “Estou a pensar em abrir uma gráfica em Viana do Castelo, mas não sei se o negócio é rentável? Será que vale a pena investir? Gostaria de ter algo diferente, mas não sei por onde começar”. |
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| Minha gráfica e a crise econômica / Thomaz Caspary |
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Não deve ser novidade para nenhum de nossos amigos gráficos, de que estamos atravessando um momento bastante difícil na economia mundial onde incluímos o Brasil, crise esta oriunda do mercado subprime norte-americano. Esta crise financeira deve desacelerar a economia mundial por um período de aproximadamente 18 meses, de acordo com os maiores analistas econômicos deste planeta. No entanto, acreditam os economistas brasileiros, que a partir do momento em que o aperto de crédito cessar (cerca de 3 meses), o câmbio deverá retomar o seu rumo normal e com isso regularizar vagarosamente a nossa bolsa, que terá uma lenta recuperação, não voltando porém de imediato aos níveis anteriores. Isso certamente irá ter um impacto na demanda interna, fazendo com que o nosso Banco Central não tenha que subir os juros, da forma como se imaginava. |
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| Será o gráfico um “Bombeiro”? / Thomaz Caspary |
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Infelizmente encontramos o dono da maioria das gráficas, quase sempre com uma mangueira na mão apagando incêndios. Esta é a realidade nua e crua da atual atividade da maioria dos donos e diretores de empresas gráficas. Isso acontece muito na área financeira da empresa. Voa-se para descontar uma duplicata ou corre-se ao cartório para não deixar um título ir para o “pau” (cartório de protestos). Por que acontece isso? Entregamos os nossos pedidos fora de prazo, com problemas de qualidade ou ainda dando mil desculpas a clientes que naturalmente não engolem estas desculpas por muito tempo. Depois migram para outra gráfica. Nosso pessoal de vendas não consegue vender o que a empresa preconiza como meta, por falta de capacidade de vendas ou por falta de capacidade de produção da empresa. Simplesmente vendemos. Se vamos entregar, não sei. Nada foi planejado. Resta ao dono ou diretor da gráfica “dar um jeito”, e apagar o incêndio criado, da melhor maneira possível, sem se queimar com o cliente, com o fornecedor de materiais e com os bancos. |
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| Os famosos vícios de vendas nas gráficas / Thomaz Caspary |
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Ao visitar a DRUPA neste ano e manter contato com diversos empresários de todo mundo, também no pós-Drupa, conversei bastante sobre um problema que na verdade aflige os empresários gráficos nos cinco continentes. A área comercial e os vendedores e representantes de venda. Muitos pesquisadores das áreas de Recursos Humanos acreditavam e ainda acreditam, que o profissional de vendas é realmente coisa do passado. Ledo engano. Dizem os entendidos, que a empresa é composta de seres humanos e como tal, não pode “negociar” só com máquinas. Existe e ainda perdurará por um bom tempo algo chamado relacionamento humano, empatia, alma, etc. E o computador ainda não substitui estes elementos. Digo “ainda”, pois o futuro nos mostrará o caminho. Hoje, 2008, principalmente quando falamos de “Ego” (coisa ainda inexistente nos equipamentos da Tecnologia da Informação), o ser humano, continua sendo o centro das atenções como cliente e como vendedor. |
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| O gráfico, a formiga e o gafanhoto / por Thomaz Caspary |
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Todos vocês, já devem ter ouvido falar nas fábulas de La Fontaine, famoso por suas histórias que se assemelhavam e ainda nos dias de hoje, se assemelham muito à realidade. Na verdade, naquela época ele não falava de gráficos. Tomei a liberdade de utilizar uma de suas fábulas, para lhes contar esta história. Era uma vez..., uma formiga que trabalhava duro, de sol a sol. Construindo sua toca e acumulando suprimentos para o longo inverno que se aproximava, através do trabalho árduo e criativo de toda a sua equipe de gráficos. O gafanhoto, um pequeno empresário “Bon vivant” viu aquilo e pensou consigo:- Que idiota! E passava o tempo todo levando a vida, cantando e levando a vida... Assim passou todo verão... Ao chegar o inverno, enquanto a formiga estava aquecida e bem alimentada, o gafanhoto, que não tinha abrigo nem comida, morreu de fome. |
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| Preparando sua gráfica para o Pós-Drupa. / Thomaz Caspary
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Estamos assistindo neste momento as imensas modificações e avanços que se apresentam nesta DRUPA 2008. Em função das novas premissas de mercado, não só no mundo globalizadas, más também no mercado interno brasileiro, uma série de mudanças está por vir e certamente estas mudanças, tanto tecnológicas como de gestão, irão trazer certo desconforto para o empresário brasileiro, pois terá que atuar em suas decisões com maior presteza e velocidade. O empresário gráfico terá que se acostumar a mudar seus paradigmas. O gráfico terá que reposicionar a sua empresa no mercado, com o apoio destas novas tecnologias, da aquisição cada vez maior de conhecimentos mercadológicos e finalmente através da recolocação de pessoal de competência comprovada em sua empresa |
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| Por que falhamos Planejando Vendas? / Thomaz Caspary |
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Se você pedir a um gerente de vendas de uma gráfica para citar os seus principais concorrentes, certamente ele irá enumerar uma série de outras gráficas de renome (ou não). Se perguntarmos ao gerente de vendas no Brasil, de uma gráfica especializada em embalagens, certamente virão nomes como Brasilgráfica, Baumgarten, Gegraf, Jofer, Gonçalves e muitas outras. Se fizermos a mesma pergunta a uma gráfica na área de propaganda, ouviremos os nomes de Pancrom, Ipsis, Aquarela, Stilgraf, Margraf e assim por diante. Na área digital (e impressão Híbrida) que se iniciou verdadeiramente há pouco mais de uma década, podemos falar em Paper Express, Alphagraphics, RWA, Digilaser, Fastprint, InPrima, Print Laser e muitos outros. |
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| O “Chefe” vai pra DRUPA. E agora? / Thomaz Caspary |
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Em fins de maio, teremos o grande acontecimento do ano na indústria gráfica internacional. A DRUPA 2008 é considerada a maior feira do ramo gráfico e acontece em Düsseldorf na Alemanha a cada 4 anos. Lá são exibidos os novos lançamentos de equipamentos e sistemas, desde a logística da pré-impressão, passando por equipamentos de todas as especialidades da mídia impressa, novos materiais, sistemas de gestão, chegando às modernas logísticas de relacionamento com os clientes. O dono da nossa empresa também vai. E como fica a gráfica enquanto ele estiver fora? |
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| Com o Foco nas Soluções! / Thomaz Caspary |
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Vocês se lembram do filme “Esqueceram de Mim?” Pois é. Me parece que esqueceram dos pequenos industriais gráficos. Será? Ou será que o micro e pequeno industrial gráfico “achou” que fosse fácil tocar uma gráfica e foi na conversa de amigos (aplicando o fundo de garantia para comprar máquinas usadas, já que sempre foi impressor) ou dos pais dos quais herdaram a empresa? Estamos no ano 2008 e não mais no século XX onde se “amarrava cachorro com lingüiça”. As coisas mudaram um pouco. O mercado mudou, tornando-se mais exigente, os concorrentes um pouco maiores conseguem fazer preços de venda melhores, conseguem arrumar dinheiro para financiar máquinas, conseguem pagar melhor seus funcionários que produzem melhor e outras histórias que costumo ouvir. Será que tudo isso é verdade? |
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| O que era doce acabou... / Thomaz Caspary |
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O título deste artigo foi extraído do final da música de Chico Buarque “A Banda”, que termina assim:...Mas para meu desencanto, o que era doce acabou; Tudo tomou seu lugar, depois que a banda passou. E cada qual no seu canto, em cada canto uma dor; Depois da banda passar, cantando coisas de amor. Termina o Carnaval, as férias, a praia com a cervejinha gelada e tudo mais, inclusive na Bahia o aniversário de Carlinhos Brown, o Dois de fevereiro, dia de Iemanjá, más um importante evento que é comemorado na Bahia, ou seja, os 200 anos, da chegada da Família Real, continuará a ser comemorado pela família gráfica durante todo o ano, pois a Família Real, trouxe ao Brasil, a primeira Prensa de Impressão. Portanto comemoramos neste ano de 2008, os 200 anos da Indústria Gráfica no Brasil. |
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| Bom Dia 2008! / Thomaz Caspary |
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Meus amigos. Pensei muito antes de escrever este artigo. Li durante várias semanas as previsões econômicas e de negócios, de famosos do mundo inteiro, em relação ao Brasil e à América Latina. Passaram por mim, artigos de Armínio Fraga, Alberto Tammer, Guido Mantega, Maílson da Nóbrega e muitos outros brasileiros, além de Robin Cooper, Shoshana Zuboff, John Brown, Don Peppers entre outros. Uma verdadeira “gangorra de opiniões”, que foram do pessimismo, passando pelas incertezas e finalmente aterrisando no otimismo.Os otimistas prevêem um crescimento de 6,5% sendo que os pessimistas ficam com 4,5% (no Brasil).
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| Os Pecados Capitais da Formação do Preço de Vendas / Thomaz Caspary |
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Da mesma forma como outras áreas técnicas e de qualidade de nossa indústria gráfica, bem como a competição acentuada do mundo atual, principalmente na América Latina, a formação de preços sofreu modificações profundas, passando do estrito enfoque na área de custos de produção e das despesas financeiras, que prevalecia nos anos 90, para uma visão muito mais ampla e interdisciplinar, incluindo integrações sistêmicas de tecnologias de informação e relacionamentos cooperativos com clientes e fornecedores. |
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| Gestão de desempenho na Industria Gráfica / Thomaz Caspary |
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Como disse Jim Collins em um de seus artigos: “Se você acha que estudar custa caro, experimente o custo da ignorância!”. Ignorar ou não ser informado de determinadas ocorrências na gráfica, pode custar muito caro para sua empresa causando desperdícios e resultados negativos não previstos. Após a aplicação de Boas Práticas na empresa, chega o momento onde devemos medir e gerenciar as atividades a fim de verificar e corrigir deficiências e carências em todos os departamentos administrativos e de apôio à produção, bem como, não-conformidades técnicas nos setores produtivos e de suprimentos. |
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| Futuro da impressão digital, offset e flexografia |
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Printconsult
Pergunta recebida de Campinas - SP.
Na sua opinião, qual o futuro da impressão digital, offset e flexografia? Resposta: O futuro da impressão, certamente será digital. Todos os sistemas de impressão terão em futuro próximo a mesma infra-estrutura digital onde o “Workflow” será a coisa mais importante. A concorrência na indústria gráfica terá mudanças significativas e com isso, velocidade e qualidade, aliadas ao preço, darão o rumo de mercado. Gráficas digitais irão concorrer com copiadoras e vice-versa, alem de que ambos irão concorrer com impressores do sistema offset. |
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